Como se proteger da inflação? 4 dicas para diminuir o impacto sobre as suas finanças

como se proteger da inflação

Saber como se proteger da inflação é uma maneira de evitar a desvalorização do seu dinheiro, seja aquele que está na sua carteira, guardado na sua conta bancária, ou mesmo um determinado valor que está investido.

Mas antes de falarmos sobre quais estratégias você pode utilizar no dia a dia para esse fim, é bem importante entender um pouco melhor o que é inflação, certo?

A inflação pode ser definida como um fenômeno, um efeito econômico que gera um aumento dos preços de produtos e serviços. O resultado desse acontecimento é a elevação do custo de vida, condição que exige que as pessoas “apertem os seus cintos” para conseguirem viver com o dinheiro que têm disponível.

Para esse conceito ficar mais claro, vamos explicar de outra forma: imagine que ontem você foi até à padaria que tem aí perto da sua casa, e com R$ 10 comprou pão, leite, um pouco de muçarela e presunto para o lanche da tarde.

Hoje, com esses mesmos R$ 10, você só conseguiu comprar pão, leite e muçarela, porque o preço dos itens estava tão alto que o seu dinheiro não foi suficiente para comprar tudo o que queria, sendo necessário deixar “algo para trás”.

Percebe quanto esse fenômeno pode afetar o nosso dia a dia, rotina e hábitos? 

Infelizmente, não há como fugir dele, visto que isso afeta toda a economia nacional. Porém, a boa notícia é que tem como se proteger da inflação, e é sobre isso que vamos falar neste artigo!

Por isso, continue a leitura para conferir como mitigar a desvalorização do seu dinheiro e adote essas práticas hoje mesmo.

O que é inflação?

A inflação é um termo econômico utilizado para definir o aumento do preço de produtos e serviços de forma generalizada. Ou seja, é quando a elevação do custo do que é comercializado não atinge apenas um setor, mas todos os presentes em um país, refletindo diretamente no custo de vida da população.

O controle desse fenômeno é essencial tanto para as pessoas quanto para a economia nacional. Um dos motivos é que, quanto mais alto esse índice se posiciona, menos o povo compra, virando uma verdadeira “bola de neve”.

Quanto a isso, é possível pensar no seguinte cenário como exemplo: menos compras devido à alta dos preços = menos lucros para as empresas = menos movimentação da economia = maior o índice de desemprego = menos compras por falta de renda (em um loop infinito). 

Como funciona a inflação?

Mas antes de explicarmos como se proteger da inflação, tem mais um ponto que é bem importante que você entenda, que é o funcionamento desse efeito.

O principal índice inflacionário brasileiro é o IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. Seu objetivo é mensurar a inflação sobre um grupo de produtos e serviços do varejo que se relacionam diretamente com o consumo das famílias.

Com relação ao que causa a alta ou a baixa da inflação, existem os seguintes fatores:

  • inflação de demanda;
  • inflação inercial;
  • inflação de custo.

Inflação de demanda

Decorrente da lei de oferta e demanda, essa causa empurra para cima o preço dos itens que estão sendo mais procurados no momento. 

Em linhas gerais, ela tem relação direta com o Produto Interno Bruto (PIB) que, quando expande, resulta à elevação do salário mínimo, redução do desemprego, aumento dos investimentos, entre outros pontos relacionados;

Inflação inercial

A inflação inercial tem como base a chamada “memória inflacionária”, que acontece quando mecanismos de reajustes de valores têm como respaldo o valor da inflação do período anterior.

Desse modo, ainda que não tenha reflexo da lei de oferta e procura, determinados setores podem continuar com os preços em elevação, e isso pode acontecer de duas formas distintas:

  • informalmente: quando há o aumento dos preços porque outros do mesmo segmento estão fazendo;
  • formalmente: quando o reajuste é feito considerando regras específicas, assim como acontece com mensalidades escolares e aluguéis, previstos em contrato.

Inflação de custo

O estopim para a inflação de custo tende a ser os valores praticados na comercialização de mão de obra, matéria-prima, salário e outras vertentes que impactam no preço final de um produto ou serviço.

Assim, quanto mais caro o item fica para ser produzido, maior tende a ser o seu preço, considerando também o volume necessário para suprir a demanda do público, e isso se dissemina em toda a economia.

Como se proteger da inflação?

Agora sim! Com tudo isso devidamente esclarecido, fica muito mais fácil entender como se proteger da inflação. Nossas sugestões para isso são:

  • reavalie os seus hábitos de consumo;
  • pesquise bastante antes de comprar algo;
  • faça em investimentos atrelados à inflação;
  • aposte nas stablecoins;

Reavalie os seus hábitos de consumo

Por vezes, pode ser necessário que você reveja os seus hábitos de consumo para não perder poder de compra. Aqui estamos nos referindo a, por exemplo, trocar a marca dos produtos que costuma adquirir para a sua casa.

Se notar que algo que costuma comprar está com um valor muito elevado, diferente do habitual, tente adquirir um de outro fabricante. Dessa forma, fica mais fácil conseguir comprar o que precisa sem comprometer a quantia que designou para isso.

Na hora de aplicar essa estratégia, sempre faça uma relação de custo-benefício, considerando também a qualidade do item. Quem sabe você não descobre outra marca tão boa quanto aquela que tinha costume de usar?

Pesquise bastante antes de comprar algo

Em períodos nos quais a inflação está alta, é bem importante pesquisar os valores do que precisa comprar em diferentes estabelecimentos comerciais. A ideia aqui é verificar o preço do mesmo item em diferentes locais, a fim de encontrar um que esteja mais em conta

Ainda que esse fenômeno atinja a economia como um todo, pode ser que algum local esteja com estoque antigo de determinado produto e, por conta disso, consegue manter o preço um pouco abaixo do que está sendo praticado no momento.

Faça investimentos atrelados à inflação

E a nossa última dica de como se proteger da inflação tem a ver com investimentos. Se está pensando em fazer alguma aplicação e já quer se resguardar do impacto desse efeito, o mais prudente é optar por aqueles que estão atrelados a ele.

Alguns bons exemplos são:

  • Tesouro IPCA;
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA);
  • Debêntures;
  • Fundos de investimento.

Aposte nas stablecoins

As stablecoins são criptomoedas que têm preço equiparado a outro ativo, comumente uma moeda fiduciária como o dólar e o real. Por esse motivo ela ajuda a proteger o seu dinheiro da inflação, pois estará sempre valendo o mesmo que a moeda ao qual está equiparada.

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