carteira Trezor

Carteira Trezor é segura? O que você realmente precisa saber sobre essa wallet física?

Suas criptomoedas estão bem guardadas? Tem certeza disso? Esperamos que sim, afinal, se as suas chaves forem acessadas por alguém com más intenções, bye, bye criptos!

Mas podemos apostar que você não quer passar por isso, certo? Por essa razão, apresentaremos uma opção para guarda de criptoativos bastante interessante, a carteira Trezor.

A carteira Trezor, ou Trezor Wallet, é uma carteira física que permite o armazenamento, o envio e o recebimento de diferentes tipos de criptomoedas

Ela é um hardware para criptoativos, o que significa que, ao invés de guardar as suas moedas digitais em uma solução online, estará utilizando uma ferramenta offline, o que aumenta consideravelmente o nível de segurança.

Na prática, isso quer dizer que suas chaves privadas ficam armazenadas em um dispositivo físico, e não em computadores, smartphones, ou outros equipamentos expostos à internet constantemente, situação que tende a facilitar ataques cibernéticos.

Mas além dessa característica, quais outras tornam a Trezor Wallet uma boa alternativa?” Se essa é a sua dúvida no momento, destacaremos dois pontos para respondê-la.

O primeiro é que ela conta com uma senha de backup. Assim, se porventura você perder ou tiver a sua carteira física roubada, é possível recuperar as suas criptos.

O segundo é que ela pode ser usada para armazenar mais de 1.800 tipos diferentes de tokens e criptomoedas — essa é a quantia até o momento (setembro de 2022). Como a empresa está sempre expandindo os criptoativos suportados, vale consultar regularmente o site da Trezor.

Mas as vantagens não são apenas essas. Para conhecer as outras, continue a leitura deste artigo e confira também como a carteira Trezor funciona, qual seu nível de segurança e muito mais!

O que é a carteira Trezor?

A carteira Trezor é hardware para armazenamento de criptos e tokens. Explicando de uma maneira bem simples, é como se fosse um pendrive, no qual você registra as suas chaves privadas — obviamente com muito, mas muito mais segurança!

A Trezor Wallet é uma carteira física, visto que não fica conectada à internet. Essa característica é um dos principais motivos pelo qual ela é considerada tão segura.

Com o título de primeira carteira física para criptomoedas do mundo, seu lançamento aconteceu em 2014, pela SatoshiLabs, empresa da República Tcheca que trabalha com o desenvolvimento de projetos de criptografia.

Assim como dissemos, até o momento que este artigo está sendo escrito, a Trezor Wallet pode ser utilizada para armazenar, enviar e receber 1.816 tipos diferentes de criptoativos, entre eles:

Como a carteira Trezor funciona?

Por ser um hardware wallet, a carteira Trezor funciona realizando o armazenamento das chaves privadas em um dispositivo físico. Ou seja, ela faz parte do grupo das chamadas cold wallets, que são soluções externas não conectadas à internet.

Atualmente, existem dois modelos de carteira Trezor, que são:

  • Trezor One: possui visor monocromático e dois botões para realização das operações;
  • Trezor Model T: versão com tela sensível ao toque, armazena mais opções de criptos.

De forma prática, o funcionamento da Trezor Wallet é o seguinte:

  • em posse do dispositivo, você deverá conectá-lo a um computador/notebook via cabo USB;
  • o passo seguinte consiste em acessar os diretórios da carteira, localizando o “wallet.Trezor.io”;
  • feito isso, siga com o processo de instalação da aplicação, conforme orientações que forem surgindo em tela;
  • ao término dessa etapa, desconecte a carteira e, logo em seguida, conecte novamente para seguir com a configuração do PIN, que é a sua senha pessoal para acesso ao dispositivo.

Esse passo a passo que acabamos de citar é o processo de configuração do equipamento. Para armazenar e movimentar suas criptomoedas e tokens basta apenas:

  • conectar a carteira a um computador, via cabo USB, e acessar a interface de gerenciamento;
  • inserir o PIN para iniciar fazer as movimentações;
  • uma vez concluídas as operações, é só desconectar o dispositivo e mantê-lo em um local seguro.

Dica extra! Para entender tudo sobre os tipos de carteiras para criptomoedas, assista a este vídeo exclusivo da Bitso!

Quais as vantagens e desvantagens dessa wallet?

Mas antes de decidir se essa carteira física é realmente adequada para você, é bastante válido fazer um comparativo entre as suas vantagens e desvantagens, concorda? Então, vamos lá!

Vantagens:

  • permite o armazenamento e a movimentação de variados tipos de criptoativos;
  • tem funcionamento simples;
  • o sistema é constantemente atualizado;
  • todas as operações, até mesmo consulta de saldo, exige a entrada do PIN, sendo validadas manualmente;
  • cada pessoa que tem essa carteira recebe uma senha de backup única, que permite a recuperação dos ativos digitais em caso de perda ou roubo do dispositivo (a qual deve ser inserida em uma nova carteira Trezor);
  • as chaves privadas são mantidas offline o tempo todo.

Desvantagens:

  • o dispositivo tende a ter um custo de aquisição superior às demais carteiras, especialmente quando comparado às carteiras online. Por esse motivo, costuma ser sugerida para pessoas que têm um alto patrimônio em criptomoedas;
  • para quem faz muitas operações, pode não ser uma alternativa prática. Isso porque, a cada transação, é preciso conectar a carteira a um computador e inserir o PIN.

Qual o nível de segurança da Trezor Wallet?

Começamos este artigo perguntando a você se suas criptomoedas estavam bem guardadas, se lembra? Afinal, garantir a segurança desses ativos digitais é primordial. 

Quanto a isso, a Trezor Wallet é tida como uma das mais seguras, começando pelo fato que ela não precisa de conexão com a internet para manter o armazenamento das chaves.

Isso quer dizer que as chances de uma pessoa sofrer ataques de hackers usando essa solução são praticamente zero.

Outros pontos que atestam a segurança dessa carteira são:

  • é impossível fazer qualquer operação sem o PIN;
  • o PIN não fica visível no equipamento no momento que é inserido;
  • os dispositivos não têm número de série, o que impede que sejam rastreadas até mesmo por seu desenvolvedor;
  • não é preciso criar login e senha para acessar;
  • passa por constantes atualizações de firmware, assim como acontece com sistemas operacionais como o Windows.

Gostou de conhecer esse tipo de wallet? Pois saiba que existem várias outras opções, como a carteira Bitcoin e as hot wallet.


Para saber mais sobre elas, e tudo o que envolve o mundo das criptomoedas, confira agora mesmo os outros conteúdos do blog da Bitso!

O Time Bitso é formado por especialistas em criptomoedas, garantindo informações seguras e precisas sobre o mundo cripto.