corretoras de criptomoedas brasileiras

Corretoras brasileiras de criptomoedas: o que você precisa saber sobre esse mercado?

É possível dizer que o mercado de corretoras de criptomoedas brasileiras avança na mesma proporção que aumenta o interesse da população pelo Bitcoin e outras criptos.

Na América Latina, inclusive, o nosso país é observado pelas exchanges como uma dos grandes players desse mercado e os motivos são diversos. 

Por exemplo, muitos brasileiros perceberam que a compra de criptoativos pode ser uma maneira de proteger o dinheiro da inflação. Esse comportamento fomentou os traders que, por sua vez, abriram espaço para o trabalho das corretoras, contribuindo para o avanço desse setor.

Somado a esse fato, o “Relatório Blockchain – Latam 2022”, encomendado pela Sherlock Communications e divulgado em uma matéria no site E-Investidor, revelou que 25% dos brasileiros entrevistados afirmaram que pretendem comprar criptomoedas nos próximos 12 meses (a pesquisa foi realizada em março de 2022).

Esse percentual representa um aumento de 91% na quantidade de detentores de criptos no decorrer deste ano, comparado ao pouco mais de 13% da população que já têm esses ativos no momento. 

Aqui, vale destacar que o estudo considerou 143 milhões de brasileiros em idade ativa. Com essa base, significa que aproximadamente 36 milhões entrarão nesse mercado até 2023.

Todos esses números colocam o Brasil como o país que tem a maior taxa de adoção de criptoativos entre os que participaram do relatório, que foram Argentina, Colômbia, Peru, México e Chile, e também o mais promissor.

Ou seja, fica mais que evidente os motivos pelos quais o mercado de corretoras de criptomoedas brasileiras está em franco crescimento.

Mas na hora de escolher uma exchange para comprar e vender as suas criptos, você sabe quais critérios considerar? E quanto a regulamentações, o que os órgãos governamentais já determinaram que pode influenciar na sua decisão? 

Continue a leitura deste artigo e confira tudo sobre as corretoras de criptomoedas brasileiras.

Como funcionam as corretoras brasileiras de criptomoedas?

As corretoras de criptomoedas são empresas que fazem a intermediação das negociações desse tipo de ativo. Explicando de uma maneira bem simples, elas fazem a ponte entre quem quer comprar e quem quer vender criptos e tokens.

Várias oferecem também o serviço de custódia, que é a guarda das moedas digitais adquiridas, dispensando a pessoa de contratar uma carteira à parte.

Esse tipo de serviço gera muito mais tranquilidade e segurança, pois você consegue facilmente acesso aos seus ativos e a sua conta — processo que se torna mais complicado quando se usa uma wallet externa e, por exemplo, se perde a senha ou troca os aparelhos que a mantinham, como computador e smartphone.

Quanto a isso, a Bitso é ainda mais confiável, visto que segue leis europeias de regulamentação de custódia de criptomoedas

Outro importante ponto é que em uma exchange todas as etapas da negociação são alinhadas — por exemplo, as unidades compradas só são liberadas se o pagamento for confirmado, e vice-versa.

Ainda que não exista, até o momento, uma regulamentação específica para criptomoedas no Brasil, há um documento que dá direcionamento para o trabalho das exchanges, que é a Instrução Normativa nº 1.888 de 3 de maio de 2019.

O instrumento em questão “institui e disciplina a obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB)”.

Entre os seus direcionamentos, está a definição do que é criptoativo do ponto de vista dos órgãos nacionais regulamentadores, bem como o que significa uma exchange de criptoativo:

Capítulo II

Art. 5º Para fins do disposto nesta Instrução Normativa, considera-se:

II – exchange de criptoativo: a pessoa jurídica, ainda que não financeira, que oferece serviços referentes a operações realizadas com criptoativos, inclusive intermediação, negociação ou custódia, e que pode aceitar quaisquer meios de pagamento, inclusive outros criptoativos.

Regras que as corretoras de criptomoedas brasileiras precisam seguir

Falando especificamente das regras ditadas na Instrução Normativa, as quais precisam ser seguidas pelas exchanges que operam aqui no Brasil, está a obrigatoriedade de emissão de um relatório mensal com todas as transações que foram realizadas, o qual deve ser gerado e enviado para a Receita Federal.

Já no que se refere a preços, quantidades mínimas e máximas de compra e venda de ativos digitais, prazos para finalização da transação, e outros pontos relacionados, não há qualquer definição.

Por conta disso, parâmetros como esses podem ser definidos pelas próprias corretoras, o que se torna um ponto de diferença de atuação entre cada uma dessas empresas.

O que considerar na hora de escolher uma corretora de criptomoedas?

Escolher uma corretora de criptomoedas para realizar as suas operações e guardar os seus ativos digitais pode não ser tão simples quanto decidir qual sabor de pizza você vai pedir no sábado à noite.

Assim, para ajudar você a tomar essa decisão, vamos apontar agora sete critérios que são bem importantes levar em conta. São eles:

  • segurança: analise as camadas de segurança oferecida pela exchange, por exemplo, autenticação em duas etapas e certificação digital SSL (endereço do site iniciado com “https”);
  • tempo de atuação: em linhas gerais, quanto maior o tempo de mercado, mais fortalecida é a empresa, o que também é um reflexo da sua credibilidade;
  • países nos quais já atua: se a corretora operar em outros países, é sinal que ela adota as medidas necessárias para atender às regulamentações, visto que muitos já estabeleceram as suas regras;
  • criptomoedas e tokens disponíveis: quanto mais ampla a oferta, mais fácil para você diversificar a sua carteira e aproveitar as oportunidades que surgem nesse mercado;
  • liquidez: considere também o tempo estabelecido pela corretora para transformar as suas criptos em dinheiro em caso de venda, visto que isso pode afetar a sua estratégia;
  • taxas: o percentual cobrado pela intermediação pode afetar na quantia que você tem a receber. Por isso, vale analisar essas cobranças antes de “bater o martelo”;
  • meios de pagamento: a ideia é que você consiga comprar as suas criptos de uma maneira fácil, e poder usar o meio de pagamento da sua preferência tende a contribuir muito com isso.

Conheça a Bitso!

A Bitso, exchange internacional de criptomoedas, atende esses e vários outros requisitos. Para você ter uma ideia, a empresa tem licença para a custódia de criptomoedas regulada pela Comissão de Serviços Financeiros de Gibraltar (GFSC).

O que isso quer dizer? Quer dizer que são seguidos rigorosos padrões de segurança para manter as criptos sob a guarda da corretora, o que reflete em muito mais tranquilidade para você.

Além disso, a Bitso é a primeira e única plataforma da América Latina a contar com uma apólice de seguro, firmada com uma seguradora especializada em criptografia e blockchain, que protege os seus clientes em caso de furto — atualmente, as moedas cobertas são o Bitcoin, a Litecoin e o Bitcoin Cash.

Já são mais de 4 milhões de pessoas que confiam na plataforma, e mais de 27 milhões de operações realizadas ao longo de mais de 7 anos de atuação.

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